O Brasil foi rebaixado pelo EXIMBANK dos EUA à condição de "altíssimo risco", passando o "spread" (taxa de risco) de 0,5% para 0,6% nos financiamentos concedidos ao país. Para um assessor do ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega, esta foi uma decisão exclusiva do EXIMBANK, não devendo ser adotada por outros países, reunidos no Clube de Paris. Além disso, a decisão decorreu da falta de um entendimento entre o Brasil e o EXIMBANK sobre os termos do acordo bilateral. De acordo com o assessor, dois pontos estão pendentes no acordo com o EXIMBANK norte-americano: o valor da taxa de risco ("spread") e o momento em que o país voltará a pagar os juros (FSP).