O Brasil não fará o "pagamento simbólico" de US$230 milhões aos bancos credores antes da posse do presidente eleito Fernando Collor de Mello. A solicitação do pagamento foi feita pelo presidente do comitê assessor dos bancos credores, Willian Rhodes, e pelo presidente do CITIBANK, John Reed, em reunião com o ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega, anteontem. Rhodes e Reed esperavam um gesto de boa vontade, mas Maílson quer adiar o quanto puder qualquer pagamento. A` exceção é o Clube de Paris, ao qual o país deve US$1 bihão. Trata-se de créditos de governo a governo, importantes para o financiamento das exportações (O ESP).