O presidente do Banco Econômico, Ângelo Calmon de Sá, declarou-se ontem, no Recife (PE), de acordo com as medidas econômicas até agora anunciadas pela equipe do presidente eleito, Fernando Collor de Mello, para enfrentar a crise. "Se algumas medidas vão exigir sacrifício dos bancos, não importa. Já damos nossa cota de sacrifício e podemos dar mais", afirmou. O banqueiro disse concordar com tudo "o que vier a ser feito no setor" (JC).