O candidato derrotado do PT à sucessão presidencial, Luís Inácio da Silva, disse ontem, em Santo André (SP), não aceitar ser o intermediário entre o futuro governo de Fernando Collor de Mello e a CUT (Central Única dos Trabalhadores), conforme sugeriu o futuro ministro da Justiça, Bernardo Cabral. "Não aceito fazer esta ponte porque, primeiro, não represento a entidade; e segundo porque não há nada mais fácil que o contato direto entre ambos", afirmou Lula (JC).