O ministro da Fazenda, Dilson Funaro, determinou ao Banco do Brasil que não conceda financiamentos de comercialização, pelo crédito-rural (os empréstimos EGF), a taxas favorecidas, aos produtores de soja e a todas as cooperativas que industrializem produtos agrícolas. Se quiserem tomar empréstimos EGF, os sojicultores, as cooperativas e as indústrias que beneficiam arroz, soja, milho e algodão terão que enfrentar os juros de mercado, em torno dos 35% ao ano. Atualmente, com a extinção da correção monetária, os juros destes empréstimos, dentro do crédito rural, são de 3% ao ano (O Globo).