A crise do abastecimento de álcool deve durar pelo menos dois anos, prevê o Conselho Nacional do Petróleo (CNP). De janeiro a novembro deste ano, o consumo do combustível cresceu 17%. Mas a produção de cana-de-açúcar tende a se manter estável. Os produtores temem que a crise comprometa definitivamente o Programa Nacional do Álcool (PROÁLCOOL), inviabilizando cerca de 400 usinas (FSP).