O ministro das Minas e Energia, Vicente Fialho, admitiu que vai analisar a proposta de tornar o preço do álcool combustível mais alto do que o da gasolina. Apesar de enfatizar que ainda não há desasbastecimento, a crise no setor poderá levar a uma falta de combustível nos próximos meses. Essa questão vem se tornando polêmica, porque em menos de três dias o Conselho Nacional de Petróleo (CNP) afirmou e negou que aprovava a equiparação dos preços entre os dois combustíveis, e ainda um aumento maior para o preço do álcool (O Globo).