DÍVIDA EXTERNA PODERÁ SER CAPITALIZADA

O diretor da área externa do Banco Central, Carlos Eduardo de Freitas, afirmou que o Brasil poderá reduzir os encargos sobre a dívida externa e estimular a entrada de "dinheiro novo" com a flexibilização dos mecanismos de conversão de créditos externos em investimentos de risco. Segundo ele, o BC está concluindo estudos para alterar a "carta-circular 1125", que inibe esta conversão. Carlos Eduardo de Freitas estimou em US$1,2 bilhão ao ano a parcela da dívida externa do país que poderá ser transformada em investimentos no mercado de capitais. Admitiu que a medida deverá ser colocada em prática dentro de três meses (JB).