As agências do Banco do Brasil, que já estão com as últimas parcelas dos NCz$9,5 bilhões emitidos em títulos federais para serem emprestados ao campo, estão cobrando taxas de juros anuais que chegam a 33,8% mais a correção aplicada na caderneta de poupança. Essas taxas são "salgadas", de acordo com técnicos do Ministério da Agricultura, mas estão abaixo dos níveis cobrados no mercado. Os mini e pequenos produtores de arroz e milho vão pagar 12,68% ao ano no crédito complementar, mais correção incidente sobre a caderneta de poupança, enquanto os empréstimos que estiverem dentro do limite de Valor Básico de Custeio (VBC) pagarão 12% ao ano, mais a variação do Bônus do Tesouro Nacional (BTN) (GM).