O presidente da CGT (Central Geral dos Trabalhadores), Antônio Rogério Magri, disse ontem, em São Paulo, não acreditar que a CUT (Central Única dos Trabalhadores) vá fazer oposição sistemática ao governo Collor de Mello (PRN). Ele acha que a gravidade da situação econômica brasileira e a própria pressão dos grupos que se alinharam ao PT, em torno da candidatura de Luís Inácio da Silva, colocarão a CUT e seus filiados dentro do esforço nacional de reorganização do país. "Não acredito que a CUT fique fora de um esforço de reconstrução que vai mobilizar o país inteiro", disse Magri (O Globo).