O Plano de Operações de Emergência para eventuais acidentes na usina nuclear Angra I, elaborado em 1982, "só prevê acidentes de pequeno e médio portes, capazes de liberar radioatividade num raio de até 15 km em torno da usina". O chefe de coordenação de licenciamento das Centrais Elétricas de FURNAS, Ayrton Caubit, afirmou que um grande acidente em Angra I "é impossível" (FSP).