O presidente da Argentina, Carlos Menem, decretou ontem a moratória da dívida interna: nos próximos dois anos, não pagará um só centavo dos US$8 bilhões (NCz$64 bilhões, ao câmbio oficial) que tomou emprestado do setor privado. O único compromisso que manterá será o de pagar os juros desses empréstimos (O Globo).