Enquanto houver greve não tenho nada a conversar, afirmou o ministro da Educação, Jorge Bornhausen, sobre a paralisação que os 50 mil professores das universidades públicas e fundações iniciaram, ontem, e prometem manter também hoje. Os 3500 professores da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) não aderiram formalmente à greve, mas apenas alguns compareceram à universidade. A adesão dos 7 mil servidores foi total (JB).