O custo de vida do paulistano registrado em novembro pelo DIEESE (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos) acusou uma variação de 46,99%, para o trabalhador que recebe de um a 30 salários, contra os 39,30% de outubro. Foi a seguinte a variação do índice por grupos: vestuário (64,92%), saúde (53,90%), equipamentos domésticos (51,98%), transporte (50,78%), recreação e fumo (50,29%) e alimentação (47,08%) (GM).