As pesquisas da PETROBRÁS para encontrar um combustível que substitua o metanol que o governo quer adicionar ao álcool hidratado, para compensar a escassez no mercado, não deverá evitar a importação do produto, já determinada à estatal pelo Conselho Nacional do Petróleo (CNP). A PETROBRÁS chegou a anunciar, no último dia 27, que estava desenvolvendo um produto novo para substituir o metanol, para que a notícia tivesse efeito de reverter a disparada de preços do metanol no mercado internacional-- provocada pelo anúncio da importação brasileira--, mas a informação, ontem, não foi confirmada pelos seus dirigentes. O superintendente adjunto de produção da PETROBRÁS, Luna Freire, disse que o único estudo-- com efeito a curto prazo-- que a empresa desenvolve é o da purificação da gasolina, através da transferência, para o álcool hidratado, dos 12% de álcool anidro que hoje é adicionado à gasolina (O Globo).