Fernando Collor de Mello (PRN) vai basear seus ataques a "Lula" na ligação petista com a Igreja "progressista". Ele quer mostrar que os religiosos que apóiam a candidatura do PT fogem às orientações do Vaticano. Collor considera uma contradição o apoio da Igreja "progressista" ao partido que defendeu na Constituinte a retirada da expressão que pedia a proteção de Deus (FSP).