A discussão de uma política de alianças para reforçar a campanha de Luís Inácio da Silva no segundo turno passará necessariamente pela formação de um governo de coalizão que o candidato do PT prefere chamar de "governo de co-responsabilidade" e outros dirigentes petistas de "governo de coalizão de esquerda". É esse o principal tom da reunião do diretório nacional do partido que termina hoje, em São Paulo, com pelo menos três pontos definidos: com quem fazer alianças, o prazo limite para as negociações e a natureza dos apoios (O ESP).