Os ferroviários da Central do Brasil, no Rio de Janeiro, retornaram ao trabalho. A greve durou cinco dias. Embora as diretorias da Rede Ferroviária Federal e da Companhia Brasileira de Trens Urbanos não tenham atendido à reivindicação de aumento da produtividade, os trabalhadores conseguiram elevação do piso salarial do nível 51 para o nível 53, o que representou 30% de aumento e o compromisso político dos ministros dos Transportes e do Trabalho para que a greve não seja julgada hoje pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). Eles conseguiram também a efetivação dos contratados da CBTU e da RFFSA e a estabilidade de um ano de emprego (JB).