O secretário-geral da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Gilmar Carneiro, qualificou de "conversa mole" a decisão do presidente da CGT, Antônio Rogério magri, de não fazer greves nos quatro meses seguintes à posse do novo presidente se o eleito for Fernando Collor de Mello. Carneiro acha equivocada a trégua por parte do movimento sindical: "Temos que preservar nosso papel fiscalizador". Quanto a possibilidade de a CUT deflagrar uma onda de greves após 15 de março, Carneiro condicionou essa diretriz ao desempenho do presidente eleito (FSP).