A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) poderá chegar ao final do exercício de 1989 com um furo de caixa de até US$500 milhões, segundo projeção elaborada pela SIDERBRÁS. Ontem, o ministro do Desenvolvimento da Indústria e do Comércio, Roberto Cardoso Alves, entregou ao presidente Sarney a versão definitiva do programa de saneamento da CSN, cujo "rombo", este ano, poderá cair para US$250 milhões caso seja liberado, até ao final de dezembro, recursos do Ministério do Planejamento para cobertura de dívidas bancárias de curto prazo (JC).