A posição do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra do Rio Grande do Sul é de não promover novas ocupações de áreas antes da definição dos dois turnos da eleição. Os agricultores pretendem esperar até que seja escolhido o novo presidente da República para estudar a estratégia de atuação do movimento. Segundo o coordenador dos sem-terra no estado, Jessur de Bortoli, essa é uma posição adotada pelos gaúchos, que não será necessariamente seguida em outras regiões do país (FSP).