Na primeira semana de novembro, 35 mil escolas particulares do país vão parar suas atividades por um dia para explicar aos alunos, pais de alunos e educadores a atual situação do ensino privado no país. Além de conscientizar a comunidade estudantil sobre o problema, diretores e proprietários de escola apresentarão um "pacote" de medidas e ações para o ano de 1990. Apesar de não querer revelar as medidas, o diretor da Federação Nacional dos Estabelecimento de Ensino (FENEN), Basile Anasski, disse ontem, em Brasília, que a proposta de não aceitar matrículas para o próximo ano não está descartada. Ele afirmou que a hipótese está de pé enquanto não for julgado o mérito da liminar da 3a. Vara da Justiça Federal, que suspendeu o regime de liberdade vigiada para o reajuste das mensalidades escolares (JB).