A declaração feita na semana passada pelo presidente da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Mário Amato, de que se Luís Inácio da Silva (PT) fosse eleito 800 mil empresários deixariam o Brasil foi o alvo principal das críticas lançadas ontem, em São Paulo, pelo PNBE (Pensamento Nacional das Bases Empresariais). Formada em 1987 pela nova geração da iniciativa privada, o grupo de oposição à FIESP classificou a atitude de Amato de anti-democrática. Um dos coordenadores do PNBE, Joseph Couri, disse que a opinião não espelha o pensamento médio do empresariado. Isso é terrorismo barato", afirmou ele (O ESP).