A partir de agora, Nova Iorque (EUA) não poderá ser mais o foro para julgamento de controvérsias sobre a dívida externa brasileira, e todos os empréstimos do país no exterior terão que ser feitos utilizando juros fixos de 6% ao ano, ao contrário dos juros flutuantes do mercado internacional usados pelos credores. Estas decisões foram tomadas no último dia 10 pelo Congresso Nacional e passaram praticamente despercebidas. Um acordo de lideranças partidárias permitiu a aprovação da resolução do senador Severo Gomes (PMDB/SP), que comemorou dizendo que os banqueiros "vão cuspir de raiva" ao saber da participação do Congresso na questão (JB).