A privatização da Mafersa, a terceira maior produtora de vagões do mundo, está viciada por uma série de ardis. Além de fixar preço aviltado, que só os estoques da fábrica já cobrem, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) misturou valores em dólares e em cruzados, surrupiou do preço a correção monetária e chegou a isto: se a venda, marcada para o próximo dia 12, fosse hoje, o governo perderia 60% de um preço já fixado aquém do valor real (FSP).