Um ano após a publicação da lei federal que determina a concessão dos benefícios previdenciários aos trabalhadores aidéticos, cresce o número de processos abertos na Justiça do Trabalho exigindo a readmissão de aidéticos demitidos. No ano passado, a advogada trabalhista Áurea Celeste da Silva Abbade, presidente do GAPA (Grupo de Apoio à Prevenção da AIDS) da capital paulista, entrou com apenas três desses processos na Justiça. Este ano, ela e sua colega no GAPA, a advogada Marisa Santos Severo, estão com 44 processos em andamento. As advogadas estão recorrendo à Justiça para garantir o afastamento de seus clientes e, posteriormente, o direito de receber auxílio-doença do INPS (Instituto Nacional de Previdência Social) (JB).