Os professores da rede municipal de ensino de São Paulo decidiram ontem, em assembléia, não entrar em greve e negociar as propostas apresentadas anteontem pela prefeitura. Os professores reivindicam o piso salarial baseado no valor que o salário-mínimo deveria ter de acordo com o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio-Econômicos), reajuste mensal pelo índice integral também do DIEESE e fim da política de abonos adotada pela administração. A prefeitura apresentou duas contrapropostas. A primeira, que prevê piso de NCz$1.215,00, foi recusada pela categoria. A segundo, que está sendo analisada pelos professores, prevê um salário de NCz$1.183,59 para os professores iniciantes. Segundo o sindicato da categoria, esta proposta garante a hierarquia e o plano de carreira do magistério, não penalizando os professores em final de carreira, outra das reivindicações (FSP).