A greve dos 3 mil mergulhadores das empreiteiras que prestam serviço à PETROBRÁS completa hoje sete dias, sem nenhuma perspectiva de acordo, porque os donos das firmas alegam não ter condições de atender as reivindicações dos profissionais, uma vez que a estatal se nega a conceder repasse nos fretes. No último dia 29, os trabalhadores fizeram um ato de protesto em frente à sede da PETROBRÁS, no centro do Rio de Janeiro, e tentaram entregar um documento à empresa, cujo eixo principal é descartar as empreiteiras (O Dia).