A disputa de Antônio Rogério Magri e Joaquim dos Santos Andrade, o Joaquinzão, pela CGT (Central Geral dos Trabalhadores) teve ontem mais uma etapa. Em Belo Horizonte (MG), "Joaquinzão" reabriu o II Congresso da entidade, iniciado em abril, na Praia Grande (SP), mas que foi suspenso em meio ao tumulto causado pela eleição de Magri para a presidência. No Rio de Janeiro, Magri realizou a primeira plenária da CGT em sua gestão. Magri garantiu a uma platéia de cerca de 500 pessoas que o juiz Francisco Eduardo Loureiro, da 1a. Vara de Registros Públicos, cancelou o registro feito por "Joaquinzão" no 3o. Cartório de Títulos e Documentos que lhe assegurava o direito de fundar uma nova CGT. O coordenador do congresso de Belo Horizonte, Marcos Carvalho, afirmou, no entanto, que a entidade não reconheceu a vitória de Magri, que vem tentando na Justiça validar o pleito realizado em abril, mas sem sucesso (O ESP).