Ao destinar terras para o Exército em decretos assinados em março de 1988 e 1989, a Presidência da República acabou concedendo a mesma propriedade para duas entidades diferentes. Quatro das 35 glebas de terra, num montante total de 6,2 milhões de hectares, se sobrepõem a terras indígenas. Os grupos indígenas que tiveram parte de sua terra destinada a fins militares são Xavante, em Mato Grosso, e Tikuna, Waimiri-Atroari e Paumi, no Amazonas (FSP).