Se for eleito, Fernando Collor de Mello (PRN) pretende reduzir o número de Ministérios dos atuais 23 para apenas 10. Dos 10 ministros, três terão, na prática, "status" especial. Este e outros aspectos do programa de governo foram acertados ontem, em Brasília, numa reunião entre Collor e sua assessoria. O primeiro superministro será o da Economia. Esta pasta será o resultado da fusão de três ou quatro dos atuais Ministérios: Fazenda, Planejamento, Desenvolvimento da Indústria e do Comércio e, possivelmente, Agricultura. Outro superministro de um eventual governo Collor será do Fomento (o nome do Ministério ainda não está definido, poderá ser Infraestrutura). Tal pasta resultará da fusão dos Ministérios das Comunicações, Minas e Energia, Transportes e, talvez, Agricultura. O trio dos superministros se completa com o do Bem-Estar Social. Estarão fundidos neste Ministério Saúde, Previdência Social, Trabalho e Interior. A CEF (Caixa Econômica Federal) ficará subordinada a ele (FSP).