O grupo Caemi, cujas atividades se diversificam por variados segmentos da economia-- que lhe renderão, ao final deste ano, um faturamento de US$460 milhões--, está reformando sua estratégia empresarial. A mudança, que passa por uma reestruturação societária, concentrará nas mãos da Caemi Mineração e Metalurgia (CMM) todas as empresas-- atuais e futuras-- voltadas para a produção de minérios e metalúrgicos. Seu capital será aberto ao público. As informações foram dadas ontem, no Rio de Janeiro, pelo presidente do conselho de administração da CMM, Guilherme Augusto Frering. A CMM tem participação acionária, direta e indireta, em 10 empresas, duas das quais-- a Quebec Cartier Mining Company e a Ferrochrome Canada Inco-- no Canadá. Entre a principais controladas pela CMM destacam-se a Minerações Brasileiras Reunidas (MBR), a Mineração Santa Lucrécia S/A e a Companhia Ferro-Ligas do Amapá, que envolvem, hoje, investimentos da ordem de US$200 milhões. A CMM tem também participação acionária direta na CMM Overseas, na Companhia de Pesquisas Minerais e na Venádio de Maracás. Além de ser sócia da Mitsui & Co. Ltd. (japonesa) e da Empreendimentos Brasileiros de Mineração (GM).