A Central Única dos Trabalhadores (CUT) pretende articular, neste segundo semestre, uma série de greves setoriais em repúdio à atual política econômica, que culminará na deflagração de uma nova greve geral, em nível nacional, prevista para antes da eleição presidencial de 15 de novembro. A CUT quer chegar a dois objetivos: manifestar descontentamento contra a legislação salarial, já considerada ineficaz para proteger os salários, e marcar presença no processo eleitoral (Correio Braziliense).