Qualquer país que espere obter recursos do BIRD (Banco Mundial) para construção de barragens e reservatórios deverá cumprir uma série de exigências, como a definição de sua área de influência e constituição de um comitê ambiental externo que acompanhe todas as faces do empreendimento. As medidas foram anunciadas ontem, em Manaus (AM), pelo diretor do Departamento de Meio Ambiente do BIRD para a América Latina, Robert Goodland, durante o congresso "Necessidades, Pesquisas e Estratégias para a Amazônia". O Brasil, como segundo cliente do banco (o primeiro é a Índia) será um dos países mais atingidos pela nova política (JB).