O governo já tem uma proposta para evitar que os US$2,3 bilhões de juros que vencem em setembro deixem de ser pagos. O negociador da dívida, Sérgio Amaral, deverá solicitar aos bancos credores um novo empréstimo (o valor não foi citado) que permita ao país pagar pelo menos uma parte do débito. Se este esquema alternativo não for aceito, e caso um acordo com o FMI (Fundo Monetário Internacional) não seja alcançado, poderá ficar com o próximo governo a responsabilidade pelo pagamento. Um assessor do Ministério da Fazenda informou que a parcela de US$1 bilhão de juros referentes aos meses de junho e julho já está atrasada (JB).