O acordo com o FMI (Fundo Monetário Internacional) será a porta de acesso do governo brasileiro não somente aos empréstimos novos dos bancos privados japoneses, mas também aos recursos aprovados no âmbito do Fundo Nakasone. O recado foi dado ontem, em Brasília, por Minoru Inouye, presidente do Bank of Tokyo e representante dos países asiáticos no comitê de negociação da dívida externa brasileira. Os países asiáticos são credores do Brasil em US$10 bilhões e o Bank of Tokyo responde por cerca de 10% deste volume. Da última parcela de US$600 milhões a ser liberada pelos bancos privados, dentro do acordo acertado no ano passado, os japoneses vão colaborar com 17% (O Globo).