Os 1,2 mil mergulhadores do território nacional estão em greve por tempo indeterminado até que a PETROBRÁS e as empresas de mergulho cumpram a cláusula número 30 do dissídio coletivo, homologado pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho). A cláusula garante o transporte dos trabalhadores de atividades subaquáticas e afins de Campos e Macaé (RJ) para as plataformas de helicóptero (O Dia).