Os quatro mil metroviários do Rio de Janeiro, em greve desde o último dia 12, decidem hoje, em assembléia, se encerram ou não o movimento. O presidente do Campanhia do Metropolitano, José Maria Siqueira de Barros, determinou ontem o corte do ponto dos funcionários grevistas e denunciou à Justiça do Trabalho a irregularidade da greve que, segundo ele, é política e não atendeu às exigências da medida provisória no. 50 do governo federal de aviso prévio à população com 48 horas de antecedência em caso de paralisação nos serviços essenciais (O Globo).