Em cinco anos foi feito o registro de dois milhões de microempresas no Brasil e o ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega, acredita que seja hora de repensar esse segmento, que conta com incentivos e isenções fiscais. Na opinião do ministro, a micro trouxe mais problemas do que benefícios: retirou da condição de pequena empresa firmas que viram nos favores fiscais concedidos uma forma legal de redução da carga tributária. E não levou para o mercado formal o enorme contingente de pessoas que atuava na ilegalidade. Constata-se isso com base no seguinte dado do Ministério da Fazenda: 50% dos dois milhões de microempresas registradas são pessoas físicas, constituídas por uma única pessoa (O ESP).