A FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) afasta a possibilidade de haver hiperinflação, elogia a administração de caixa efetuada pelo governo em junho e julho e alega ser factível operar a plena capacidade, inclusive com crescimento do nível de atividade, em meio a 30% de inflação mensal. A avaliação, feita ontem pelo Conselho de Economia da entidade e divulgada pelo diretor do Departamento de Economia, Walter Sacca, justifica-se pela "administração eficiente da expansão da base monetária em níveis abaixo dos registrados pela inflação" (GM).