CREDORES ACEITAM ACORDO PROVISÓRIO COM O FMI

O presidente do CITIBANK, John Reed, disse ontem, no Rio de Janeiro, que os bancos privados credores do Brasil só vão liberar a parcela de US$600 milhões, remanescente do acordo de US$5,2 bilhões feito no ano passado, se o país chegar a um entendimento do FMI (Fundo Monetário Internacional) e com o BIRD (Banco Mundial). Reed resaltou que esse entendimento não precisa ser um acordo formal, bastando um acerto que permita ao país vencer os últimos meses do atual governo sem decretar moratória nem exaurir suas reservas cambiais (FSP).