Os esforços do Sindicato dos Metalúrgicos de Volta Redonda (RJ) não foram suficientes para fechar o "abraço" à usina da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), em protesto contra a intenção do governo de privatizá-la. A manifestação deveria envolver 13 mil pessoas mas reuniu apenas cerca de três mil que se concentraram em somente três dos sete bairros abrangidos pelos 13 quilômetros que contornam a usina. O presidente da entidade, Wagner Barcelos, confessa estar tendo "dificuldade em sensibiliar a população para o risco de privatização da CSN, mas a nossa campanha está avançando", afirma (JB).