NOTAS FRIAS NO PROÁLCOOL PODEM SER DE US$1,4 BILHÃO

Os prejuízos causados ao PROÁLCOOL pelas operações com notas frias devem ter atingido US$1,4 bilhão, segundo cálculos do titular da Delegacia Fazendária da Polícia Federal em São Paulo, delegado Gilberto Aparecido Américo, baseado nos documentos que já tem em mãos. Foi indiciado, ontem, por falsificação um dos envolvidos nas fraudes, Benedito Rubens Willens, residente em Santo André (SP). Ele confirmou em seu depoimento ter fornecido notas fiscais em branco a Luiz André Filho, de Piracicaba (SP), que, segundo disse, atuava como intermediário para as indústrias Zanini S/A., Construtora de Destilarias Dedini (do grupo M. Dedini), Consórcio Conger S/A e Consórcio Setal Instalações Industriais-- fornecedoras para usinas de álcool (FSP).