Depois da redução de seus investimentos no Brasil, a partir de fevereiro de 1987, devido em grande parte à moratória decretada pelo governo brasileiro, o Japão mais que dobrou seu capital no Brasil no ano-fiscal de abril de 1988 a março de 1989. Neste período, acompanhando a tendência de expansão de seus investimentos no exterior, os japoneses destinaram ao Brasil US$500 milhões, um crescimento de 117% em relação aos US$230 milhões internados entre abril de 1987 e março de 1988. Os setores mais beneficiados foram o eletroeletrônico e o financeiro. O Japão é hoje o terceiro maior investidor no país, depois dos EUA e da República Federal da Alemanha. Segundo dados do Banco Central, a presença econômica japonesa no Brasil soma US$3,55 bilhões, ou 10% do valor global dos investimentos estrangeiros (GM).