Um banco clandestino, equipado com cofres e máquinas que detectam notas falsas, foi montado dentro do Itamaraty, para operar exclusivamente no câmbio negro de dólares. Instalado numa sala do Ministério, o banco era administrado diretamente pelo arquivista Paulo Rodrigues Passos, assessor há 16 anos do embaixador Paulo Tarso Flecha de Lima, secretário-geral do Itamaraty. O banco foi dissolvido depois da publicação das notícias sobre a conexão criada dentro da Fundação Visconde de Cabo Frio, subordinada ao Itamaraty, para enviar dólares ao exterior (FSP).