Extinguir o Proálcool seria um ato impatriótico sem justificativa
23331 econômica e só serviria para colocar o Brasil a mercê dos exportadores
23331 de petróleo. Com esta declaração, o ministro das Minas e Energia, Vicente Fialho, rejeitou ontem, em Brasília, a sugestão do Banco Mundial (BIRD) para a extinção do Proálcool. O BIRD alega que o programa se tornou caro e ineficiente com a queda de preço do petróleo. "O que o Brasil deve fazer é praticar uma política realista de tarifas e preços", disse o ministro (O Globo).