O governo italiano se ofereceu para custear todas as despesas com a construção do depósito definitivo de lixo radioativo em Goiás. A decisão de custear o depósito, que poderá custar US$30 milhões, foi comunicada ontem ao governador Henrique Santillo pelo presidente do grupo Casagrande, Bruno Casagrande, que, desde outubro do ano passado, negocia a construção do depósito em Goiás. O grupo Casagrande é responsável por pesquisas com lixo atômico na Europa há anos, mas alcançou maior destaque quando foi escolhido pelo governo russo para construir o cemitério atômico de Chernobyl. O grupo se ofereceu para construir o depósito em Goiás com financiamentos do governo italiano. Agora, porém, a proposta mudou e o governo italiano se comprometeu a custear toda a obra (JB).