Em reunião ontem, o secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Luís Antônio Fleury Filho, o comandante do Policiamento de Choque, coronel Ubiratan Guimarães, e o diretor do DEIC (Departamento Estadual de Investigações Criminais), Cláudio Gobbetti, definiram as atribuições das polícias civil e militar para casos que não forem solucionados imediatamente e que haja reféns. Ficou acertado que assume o comando da ação o delegado e o oficial de mais alta patente que estiverem no local. Se necessário, poderão acionar o GAT (Grupo de Ações Táticas Especiais da PM) e o Grupo Especial de Resgate, criado na reunião. O novo grupo terá 10 equipes com um delegado, um supervisor e 10 policiais, que continuarão trabalhando em suas funções e serão destacados a cada 10 dias para plantão (FSP).