Em nome do Conselho de Administração da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, o presidente da entidade Ênio Rodrigues redigiu nota oficial em que considera "técnica e politicamente desaconselhável as limitações impostas pelos clubes de investimentos". Segundo a nota, "a decisão representa uma intervenção direta na administração dos fundos e clubes de investimentos e contradiz a disposição das autoridades, anunciada anteriormente, de reduzir o nível de interferência do Estado no setor privado da economia". Ênio afirmou que as medidas aprovadas comprometem a rentabilidade dos fundos e, em última análise, do pequeno e médio investidores e os incentivam à tomada de maiores riscos, através de aplicações direta no mercado de ações (JB).