O titular da Secretaria Especial de Controle das Estatais (SEST), Antoninho Trevisan, afirmou que "os financiamentos do Banco Mundial (BIRD) ao setor elétrico vão destinar-se ao saneamento financeiro, através de uma fórmula que buscará reforçar seu capital próprio e reduzir a participação de capital de terceiros (que significa endividamento externo e interno) na composição de seus ativos operacionais". O programa mais adiantado, segundo ele, é o do setor elétrico, que prevê até 1989 investimentos de US$2,4 bilhões, dos quais US$1,2 bilhão já está praticamente acertado com o BIRD (FSP).